segunda-feira, 13 de março de 2017

A vida de oração e conversão durante a Quaresma

A vida de oração e conversão durante a Quaresma

Estamos mais uma vez no período da Quaresma, em que somos chamados pela Igreja a fazer uma caminhada de quarenta dias em preparação para o maior acontecimento do cristianismo: a Páscoa do Senhor, Jesus que venceu o mal, o pecado, a morte e o inferno.
Foi por volta do ano 350 d. C., que a Igreja decidiu aumentar este tempo de preparação para a Páscoa, que era de três dias, que permaneceram como o tríduo sagrado da semana santa: Quinta-feira Santa, Sexta-feira Santa e Sábado Santo. A preparação para a Páscoa passou, então, a ter quarenta dias. Isto aconteceu porque a Igreja percebeu que três dias eram insuficientes para que se pudesse preparar adequadamente tão importante e central evento. Surgia, assim, a Quaresma que inicia na Quarta-feira de Cinzas e se estende até a Quinta-feira Santa na Missa do lava pés. É um tempo de escuta da Palavra de Deus e de conversão, de preparação e de reconciliação com Deus e com os irmãos, de recurso mais frequente da oração, do jejum e da esmola (cf. MT 6,1-6.16-18).
A meta é a expiação dos pecados; pois eles são a lepra da alma. Não existe nada pior do que o pecado para o homem, a Igreja e a sociedade. Se não estivermos cientes dos nossos pecados, não seremos capazes de compreender o sentido profundo da Sexta-feira da Paixão ou da verdade transformadora da Ressurreição. À vista disto a Igreja estabeleceu este período de preparação com o foco principal da nossa conversão e preparação espiritual para bem celebrarmos a Páscoa do Senhor.
E o que podemos fazer durante a Quaresma para que esta preparação seja eficaz?
Esta é uma pergunta que devemos nos fazer se desejarmos encontrar as melhores ações a serem praticadas neste período. E, se em anos anteriores alguém se sentiu de alguma forma culpado por não ter vivenciado a Quaresma com profundidade, ou por não ter se esforçado como deveria, neste ano pode agir diferente, fazendo deste tempo quaresmal um verdadeiro retiro espiritual.
Essencialmente, o período da Quaresma, é um retiro espiritual voltado à reflexão e à ação com o intuito de preparar o espírito dos fiéis para a acolhida do Cristo vivo, ressuscitado, no Domingo de Páscoa. Para isso, a Igreja se inspira no retiro de 40 dias de Jesus no deserto e convida-nos a nos recolher em oração e penitência durante este período. Somos convidados a entrar no deserto, assim como Jesus o fez. Entrar sem nenhuma máscara, para que possamos nos encontrar com Deus, com o irmão e conosco mesmo. Não com a auto-imagem que construímos diante das pessoas –  é um convite de desapego e de conversão.
Neste tempo devemos buscar um maior aprofundamento da nossa intimidade com Deus, por isso, estes dias devem ser vividos como tempo de conversão, de oração, de luta contra o pecado, de renovação pessoal e comunitária através da aproximação a Deus e da adesão confiante ao Evangelho. E como linhas de ação para esta caminhada, a Igreja propõe, por meio do Evangelho proclamado na Quarta-feira de Cinzas, a prática da oração, do jejum e da caridade. 
Sabemos que para nos aprofundar na intimidade com o Senhor precisamos continuamente investir no nosso aperfeiçoamento espiritual e fraterno, vivenciando durante todo o ano estas três importantes ações que a Igreja acentua no tempo da Quaresma. No entanto, durante o tempo quaresmal, a Igreja espera de nós um maior empenho e disciplina na prática da conversão, do arrependimento, da oração e da caridade nas nossas atitudes do dia-a-dia.
Assim sendo, é muito apropriado fazer um programa espiritual que nos possibilite seguir um caminho de aprofundamento bem definido. Existem muitas maneiras de preparar um programa espiritual e cada um deve encontrar a melhor estratégia de acordo com as suas possibilidades e necessidades. O importante é sair da rotina para vivenciar com profundidade o tempo quaresmal.
Dom Henrique Soares, Bispo da Diocese de Palmares (PE), sugere algumas observâncias bem práticas que nos ajudarão a vivenciar a Quaresma com profundidade para a nossa preparação espiritual:
1. A oração
Devemos aumentar a nossa oração pessoal, o que já oramos e algo a mais que podemos acrescentar. Neste sentido, podemos orar com os Salmos, que poderia ser um Salmo por dia ou nos propor a orar o saltério (os 150 Salmos) durante os quarenta dias da Quaresma. Outras opções seriam meditar a Via-Sacra diariamente, O Santo Rosário, a Liturgia das Horas, etc. O importante é aumentar o tempo de oração pessoal que já fazemos durante o ano.
2. Penitência
A penitência, tradução latina da palavra grega “metanóia”, que na Bíblia significa conversão do pecador, designa todo um conjunto de ações interiores e exteriores dirigidas para a reparação do pecado cometido. São atos como: jejuns, orações, esmolas, vigílias, peregrinações, etc. que os fiéis oferecem a Deus tendo o significado de um sacrifício pessoal. No tempo quaresmal, a penitência proposta é o jejum de alimentos que consiste em retirar alguma refeição no dia em que estivermos fazendo o Jejum, que na Quaresma é na Quarta-feira de Cinzas e nas Sextas-feiras.
3Caridade
São atos de generosidade e de amor para com o outro que devem ser exercidos na Quaresma como forma de aprofundamento espiritual e fraterno onde devemos fazer um exercício de desapego material ajudando a quem precisa. Podemos ajudar alguém que está necessitando de alimento ou de ajuda financeira, visitar um preso, visitar um idoso solitário em um asilo, uma criança em um orfanato, entre muitas outras formas de se praticar a caridade. Nesta dimensão também podemos praticar a caridade perdoando as pessoas que nos ofenderam ou pedindo perdão àquelas que ofendemos. Podemos também ajudar mais em casa sendo mais amorosos e solícitos. A intenção desta dimensão é melhorar as nossas atitudes em relação aos outros.
4. Ler um livro completo da Sagrada Escritura
Aconselhamos um dos seguintes livros: Êxodo, Números, Deuteronômio ou um dos quatro Evangelhos. Escolha um destes livros e leia-o e medite-o completo durante o período da Quaresma.
5. Combater um vício
Vício é um mau hábito, um costume ruim que toma o lugar de Deus no nosso coração e que nos afasta de Jesus. Escolha um vício para combater contra ele durante estes quarenta dias. Podemos citar como vícios os seguintes hábitos: maledicência, falta de paciência com os outros (pavio curto), vaidade, ira, ciúme, inveja, sensualidade, preguiça e muitos outros.
6. Se confessar
Frequentar o Sacramento da Penitência, procurando neste período um sacerdote para se confessar.
O Papa Francisco também propõe alguns atos de caridade para praticar na Quaresma, que ele classificou como manifestações concretas de amor:
  1. Sorrir, um cristão é sempre alegre!
  2. Agradecer mesmo quando não precisa fazê-lo.
  3. Lembrar ao outro o quanto você o ama.
  4. Cumprimentar com alegria as pessoas que você vê todos os dias.
  5. Ouvir a história do outro, sem julgamento, com amor.
  6. Parar para ajudar e estar atento a quem precisa de você.
  7. Animar alguém.
  8. Reconhecer os sucessos e qualidades do outro.
  9. Separar o que você não usa e dar a quem precisa.
  10. Ajudar a alguém para que possa descansar.
  11. Corrigir com amor; não calar por medo.
  12. Ter delicadeza com os que estão perto de você.
  13. Limpar o que sujou em casa.
  14. Ajudar os outros a superar os obstáculos.
  15. Telefonar para seus pais.
Independente do que decidirmos praticar para aprofundar a nossa conversão e a nossa vida de oração, é importante destacar que os exercícios espirituais que praticamos na Quaresma devem atingir o homem interior, gerando uma metanóia em nosso pensar e em nosso modo de agir, de tal sorte que transforme o nosso coração e a nossa consciência. É este o efeito que devemos esperar se vinvenciarmos com seriedade este momento tão importate para o nosso crescimento espritual e fraterno. Não devemos encarar a Quaresma apenas como um tempo de esforço, de sacrifício ou como um peso que nos esmaga, mas sim, uma oportunidade maravilhosa que devemos receber com gratidão e alegria! Uma alegria do Espírito que ninguém pode nos tirar, uma alegria que as coisas deste mundo não podem nos dar.

Luiz César Martins
Grupo de Oração Fonte Viva do Santíssimo Sacramento.
Curitiba/PR

Leia o relato de Patti Mansfield

Disponibilizamos para todos o relato escrito por Patti Gallagher Mansfield, dois meses após a experiência vivida naqueles dias na casa de retiros A Arca e a Pomba.
Patti Mansfield era uma jovem estudante de francês e tinha o sonho de ser professora de francês. Ela planejava ir à França naquele ano, durante o verão, para se aperfeiçoar, mas o planos mudaram depois do chamado que ela recebeu.
Leia abaixo a carta dela e veja quão grande foi a experiência vivenciada por ela e pelos outros jovens naquele final de semana de 17 a 19 de janeiro de 1967.




29 de abril de 1967
Prezado Sr. Iacovanutuno,

Ça va? Por favor, perdoe-me por não ter escrito antes, mas tenho estado incomumente muito ocupada neste semestre. Eu realmente preferiria encontra-lo pessoalmente e contar-lhe as coisas maravilhosas que me aconteceram ultimamente. No entanto, esta pequena carta bastará.
Talvez eu tenha lhe dito que sou membro de um grupo de estudo das Escrituras no campus. Tivemos um fim de semana de estudos de 17 a 19 de fevereiro. Em preparação ao mesmo, lemos os Atos dos Apóstolos 1 – 4 e um livro intitulado A Cruz e o Punhal, de David Wilkerson. Fiquei impressionada com o poder do Espírito Santo e a força e a coragem com que os apóstolos foram capazes de espalhar a boa nova depois de Pentecostes. É claro que eu pensei eu o fim de semana seria proveitoso, mas devo admitir que eu nunca pensei que mudaria a minha vida!
Durante os nossos grupos de discussão, um dos líderes disse que devemos constantemente reafirmar nossos votos Batismais e abrirmo-nos mais ao Espírito de Deus. Eu achei isto intrigante e um pouco difícil de acreditar quando me disseram que os dons carismáticos dados aos Apóstolos continuam sendo dados hoje em dia – e que ainda existem sinais e maravilhas – e que Deus prometeu derramar do Seu Espírito sobre toda a carne. Decidimos fazer uma renovação de Confirmação e dos Votos Batismais na conclusão do evento no domingo à noite. Entretanto, o Senhor tinha outra coisa em mente para nós!
No sábado à noite havíamos planejado uma festa de aniversário para alguns colegas, mas as coisas simplesmente não aconteceram. Um por um de nós foi atraído para a capela e recebeu o que é chamado, no Novo Testamento, de Batismo no Espírito Santo. Aconteceu para várias pessoas de formas diferentes. Fui tocada por uma profunda consciência de que Deus é real e nos ama. Orações saltaram de meus lábios de uma forma que eu nunca antes teria tido a coragem de pronunciá-las em voz alta. Agora eu sei o que Claudel quis dizer com “uma voz que vem de dentro mais do que somos”. Aquele nãofoi apenas um simples fim de semana, mas uma experiência real de mudança de vida, que continua e está se espalhando e crescendo.
A melhor coisa é a completa falta de ansiedade! Nunca antes eu me senti tão insegura quanto ao futuro, mas também nunca antes eu me senti tão sem medo e feliz. Se você tiver a oportunidade, tente ler o livro que sugeri anteriormente e outro do John Sherrill They speak with Other Tongues (Eles falam em Outras Línguas). Gostaria muito de ter notícias suas e saber a sua opinião. Se cuida!
Os dons do Espírito são manifestos agora – posso testemunhar isso porque tenho ouvido pessoas orar em línguas, curar, discernir espíritos, falar com uma sabedoria e fé extraordinárias, profetizar e interpretar. Percebo agora que não há nada que tenhamos que suportar sozinhos, nenhuma oração que Deus não responda, nenhuma necessidade que o Senhor não seja rico o suficiente para preencher! Sinto uma tremenda liberdade em depender Dele, em verdadeiramente louvar o Senhor.
Podemos tentar viver como cristãos e morres para nós mesmos e para o pecado, porém, sem o poder do Espírito, pode ser uma luta bastante desanimadora. Ainda há tentações e problemas, mas agora eu tenho confiança em Deus – agora eu tenho a força do Senhor para realmente mudar e viver com ele. É verdade que recebemos o Espírito Santo no Crisma e que somos os seus templos, mas não nos abrimos o suficiente para os seus dons e para o seu poder em nossas vidas. É verdade que o Espírito é um professor, porque eu aprendi muito em tão pouco tempo com Ele! As Escrituras vivem! Tenho certeza que eu nunca poderia adquirir tanto conhecimento sozinha, apesar dos esforços e boas intenções.
Eis porque cancelei minha viagem à Europa no verão. Tenho certeza que eventualmente ensinarei francês e visitarei a França. No entanto, perdi interesse nisso nesse momento. Parece-me que, para o presente, o Senhor tem me dado certos dons que devo usar para aproximar as pessoas Dele. Tenho me surpreendido falando com as pessoas sobre Cristo e em ver resultados concretos! Eu nunca teria tido a coragem de fazer isso antes, mas agora é impossível não o fazer. É como os Apóstolos disseram depois de Pentecostes, Pos não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido!

Amor e orações,
Patti

Reze a oração do Veni Creator Spiritus

Neste tempo de graça, todos os Grupos de Oração e todos os carismáticos são chamados a clamarem por um novo Batismo no Espírito Santo sobre a sua vida e sobre toda a comunidade. Portanto, unamo-nos em oração. Rezemos juntos a oração do Veni Creator Spiritus. Reze em casa, na reunião de oração, nas formações, no trabalho. Clamemos por um novo derramamento do Espírito Santo.

Veni Creator Spiritus! 
(Vem, Espírito Criador!)

Vinde Espírito Criador, a nossa alma visitai
e enchei os corações com vossos dons celestiais.

Vós sois chamado o Intercessor de Deus excelso dom sem par,
a fonte viva, o fogo, o amor, a unção divina e salutar.

Sois o doador dos sete dons e sois poder na mão do Pai,
por Ele prometido a nós, por nós seus feitos proclamai.

A nossa mente iluminai, os corações enchei de amor,
nossa fraqueza encorajai, qual força eterna e protetor.

Nosso inimigo repeli, e concedei-nos a vossa paz,
se pela graça nos guiais, o mal deixamos para trás.

Ao Pai e ao Filho Salvador, por vós possamos conhecer
que procedeis do Seu amor, fazei-nos sempre firmes crer.
Amém!

Clamar por um nove Pentecostes mundial

Queridos irmãos e irmãs, em 2015 a 2016, o Senhor direcionou a estarmos unidos na Cruzada Nacional do Rosário nas intenções da Igreja, do Santo Padre o Papa, da Renovação Carismática e pelo Brasil. E vencemos inúmeras batalhas através do Santo Rosário. Mas o Senhor nos direciona para um novo momento, um ano mariano, e também o Jubileu de Ouro dos 50 anos da RCC. É o tempo de júbilo das “chuvas da primavera”.
Por isso, com muita alegria apresentamos a todos os intercessores do Brasil, o Plano de Ação Nacional do Ministério de Intercessão para o ano de 2017. Este é fruto da escuta profética do Núcleo Nacional da Intercessão realizado em setembro de 2016.
O Senhor suscita-nos a clamar por um novo Pentecostes Mundial. O plano de ação orienta-nos a respeito das três frentes de ação do Ministério de Intercessão: Espiritualidade, Pastoreio e Formação. Também enfocamos o âmbito da comunicação que deve se tornar uma ferramenta mais hábil na intercessão, para que as diretivas do Ministério chegue a todos os intercessores nos Grupos de Oração.
Animai-vos intercessores do Brasil, em conhecer e viver as ações do Ministério, para que a vontade do Senhor se cumpra na RCC e na vida de todos os filhos de Deus.

Deus os abençoe!
Núcleo Nacional do Ministério de Intercessão

Rede Nacional de Intercessão: O Poder da Intercessão

A intercessão abre o arsenal de Deus com suas armas superiores. Falta de intercessão significa falta de defesa. A intercessão é uma arma polivalente e poderosa em nossas mãos para superar as estratégias do maligno. Quem reza vence os limites humanos. Quando intercedemos, não apenas defendemos todas as áreas do Reino de Deus, mas fazemos Satanás recuar, libertando indivíduos, grupos, lugares, organizações e nações que de alguma forma estavam cativas por ele. “A intercessão é uma oração de pedido que nos conforma perfeitamente com a oração de Jesus. Ele é o único intercessor junto do Pai em favor de todos os homens, dos pecadores, sobretudo” (Catec. § 2634). Enquanto estava na terra, Jesus intercedeu por todos. O Ministério de Jesus começou com quarenta dias de jejum e oração (cf. Mt. 4,2). Jesus intercedeu durante toda uma noite antes de escolher seus discípulos (cf. Lc. 6, 12 - 13). Quando Jesus avisou Pedro que Satanás havia pedido permissão para peneirar os discípulos, Ele não disse, “Eu vou expulsar Satanás”.  Em vez disso, Jesus disse: “Eu orei por você”. (cf. Lc. 22,31-32).
Interceder é, portanto, ver a necessidade da intervenção de Deus nas mais diversas situações. É conhecer a vontade de Cristo, de modo a ver as circunstâncias como Cristo as vê, e unir-se a Ele em súplica para que a vontade e os propósitos Divinos sejam cumpridos na vida dos homens e das nações. Do ponto de vista espiritual, interceder, é conduzir-se pelo Espírito Santo e ver com os olhos de Deus a situação na vida da igreja, das paróquias, dos Grupos de Oração, dos ministérios, das famílias, das pessoas e do mundo a fim de que, pelo poder da intercessão, possamos atuar para que se estabeleça em todas estas situações os propósitos e os desígnios de Deus.
Desta forma, a intercessão atua como uma poderosa arma contra todos os inimigos que se levantam contra os filhos e filhas de Deus e, por isso, deve ter uma prioridade na nossa vida, afinal todo batizado é chamado a interceder. Há pessoas que têm um ministério de intercessão, com uma unção especial para tanto, mas, pelo Batismo, todos têm a vocação para interceder. É um imperativo. Quem não o faz, não exerce seu sacerdócio régio deixando sem proteção as situações e circunstâncias em sua volta. São Paulo é enfático ao dizer: “Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma e tranquila, com toda a piedade e honestidade. Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador” (1 Tm 2,1-3).
Quando nos posicionamos em intercessão trazemos para o controle de Deus todas as intenções que naquele momento Lhe apresentamos. Por isso é fundamental que cultivemos o hábito de interceder diariamente em nossa oração pessoal, mas também cuidemos igualmente para que os nossos Grupos não fiquem desguarnecidos, mas que possuam um Ministério de Intercessão com intercessores que os sustentem na oração. Da mesma forma, os eventos de evangelização que organizamos, não podem jamais ficar desguarnecidos de intercessão antes e durante as suas realizações. Os nossos Grupos de Oração e os eventos de evangelização que organizamos são ocasiões para manifestação da glória de Deus na vida dos participantes. Neles muitas pessoas têm experimentado verdadeiros encontros pessoais com o Senhor, onde muitas conversões acontecem e, por isso, não temos dúvidas de que grandes batalhas espirituais sucedem para impedir que todas estas graças se realizem na vida das pessoas. Consequentemente, a intercessão deve ter grande relevância nosso Movimento, afinal, tudo o que se faz na RCC deve começar e terminar com a oração. 
Assim, a intercessão deve ser vista por todos os coordenadores e demais servos da RCC como a principal frente de combate em favor de todos e de tudo o que acontece em nossos grupos de oração, em nossos eventos de evangelização e em todas as demais iniciativas do nosso Movimento. Portanto, temos a obrigação absoluta de sair das trincheiras e da mera autoproteção e ir para uma posição de ataque.
Não precisamos temer nada, porque a intercessão é a arma mais poderosa que Deus colocou à nossa disposição, que é tanto defensiva como ofensiva. Nós podemos e devemos fazer guerra contra o maligno e suas estratégias através da fervorosa intercessão, sabendo que é o Senhor Jesus que combate por nós!
No livro do profeta Ezequiel o Senhor se queixa por não ter encontrado um só intercessor: “Tenho procurado entre eles alguém que construísse o muro e se detivesse sobre a brecha diante de mim, em favor da terra, afim de prevenir a sua destruição, mas não encontrei ninguém” (Ez. 22,30). Por isso se faz urgente que em nossos Grupos de Oração surjam intercessores para tapar as brechas do que são os pecados e as fraquezas de seu povo. Cada um de nós deve ser um guerreiro neste combate espiritual. Mas porque é que Deus precisa de nós nesta batalha? Porque, apesar do domínio que estava sob Satanás ter-nos sido restaurado por Jesus (cf. Col. 1,13-14), Deus não exercerá a Sua autoridade num reino dado a nós e só interferirá quando o convidarmos em oração (cf. Ez. 22,30; Ef.6,18; 1Tm. 2,14). Portanto, quanto mais trabalharmos no Ministério de Intercessão maiores vitórias alcançaremos em nossa missão de evangelizar nos nossos Grupos de Oração e nas nossas realidades do dia-a-dia. 
Deus os abençoe!
Núcleo Nacional do Ministério de Intercessão

INTENÇÕES PARA ESTE MÊS

1. Pela preparação para o Jubileu de Ouro da RCC e por um Novo Pentecostes mundial.
2. Para que cesse a violência no Brasil e no mundo.
3. Pela erradicação dos vírus causadores da Dengue, Zika e Chikungunya.
4. Pela situação política, econômica e moral em nosso País.
5. Pelos Grupos de Oração na Diocese, no Estado e no Brasil.
6. Pelos Ministérios da RCC no Grupo de Oração, na Diocese, no Estado e no Brasil.
7. Pelas necessidades espirituais e financeiras dos escritórios diocesano, estadual e nacional da RCC.
8. Pelos projetos da RCC na Diocese, no Estado, no Brasil na América Latina e no Mundo.
9. Pelos eventos de evangelização da RCC no Grupo de Oração, na Diocese, no Estado e no Brasil.
10. Pela Reunião dos Conselhos Diocesano, Estadual e Nacional neste ano.
11Pela missão de Gilberto Gomes Barbosa a frente da presidência internacional da Fraternidade Católica - FRATER. (A FRATER é o órgão de serviço criado com a missão de atender as Novas Comunidades Carismáticas Católicas de Vida e Aliança. Fundada pelo Pontifício Conselho para os Leigos em 1990, seu objetivo principal é promover a comunhão, partilha e ajuda mútua entre seus membros).
12. Pelas coordenações do Grupo de Oração, da RCC na Diocese, no Estado e no Brasil (Coordenadora Nacional: Katia Roldi Zavaris e sua família).
13. Pela Santa Igreja, pelo Santo Padre, o Papa Francisco, pelo Bispo diocesano, pelos Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas e pelos Seminaristas.
14. Pelas casas de missão da RCCBRASIL e pelos missionários e missionárias.
15. Pela construção da Sede Nacional da RCC do Brasil e pelos seus colaboradores.
16. Para que todos os membros da RCC do Brasil busquem a unidade e se abram para a moção da Reconstrução.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Rede Nacional de Intercessão JANEIRO 2017

O "século da Igreja", como foi muitas vezes definido o século XX, já se iniciará sob o signo de uma necessidade: o desejo da presença criadora e libertadora do Espírito Santo.[1]
Em 9 de maio de 1897, o Papa Leão XIII publicou a Encíclica Divinum Illud Munus, sobre o Espírito Santo, "lamentando que o Espírito Santo fosse pouco conhecido e apreciado, concita o povo a uma devoção ao Espírito.
Passadas algumas décadas e convocado solenemente no dia 25 de dezembro de 1961, através da Constituição Apostólica Humanae Salutis, a vida da Igreja contemporânea ficará profundamente marcada pelo Concílio Vaticano II (1962-1965).
Teve o Concílio o mérito de recolher e direcionar vozes proféticas do século XIX, que buscaram redescobrir a integridade e o ministério da Igreja, bem como movimentos na primeira metade do século XX, entre eles: Movimento Litúrgico, Movimento Bíblico, Movimento Ecumênico, etc., e que traziam um desejo comum: "renovar a vida da Igreja e dos batizados a partir de um retorno às origens cristãs".[2] Para seu promotor, o Papa João XXIII, o Concílio deveria ser uma "abertura de janelas" para que um "ar novo e fresco" renovasse a Igreja.
Depois de quatro etapas conciliares, o Papa Paulo VI encerrou o Concílio Ecumênico Vaticano II em uma cerimônia ao ar livre, na Praça de São Pedro, no dia 8 de dezembro de 1965.
Tendo também sido qualificado como o Concílio do Espírito Santo, "O Vaticano II foi um verdadeiro Pentecostes como o mesmo João XXIII havia desejado e ardentemente pedido” e, embora a dimensão carismática jamais deixasse de existir na realidade e na consciência eclesial, sobretudo na Lumen Gentium, em seu primeiro capítulo, o Vaticano II nos torna manifesto esta realidade não como algo secundário, mas como fundamental. Segundo este documento a Igreja é intrinsecamente carismática.
Não se havia passado um ano sequer ao término do Concílio, quando em 1966 começou a despontar o fenômeno religioso chamado Renovação Carismática. Não sendo, pois, um acontecimento isolado, podemos localizar a Renovação Carismática como um dos desdobramentos da evolução da espiritualidade pós-conciliar. A Renovação Carismática Católica, ou o Pentecostalismo Católico, como foi inicialmente conhecida, teve origem com um retiro espiritual realizado nos dias 17-19 de fevereiro de 1967, na Universidade de Duquesne (Pittsburgh, Pensylvania, EUA).
Na perspectiva do Cardeal Suenens, João XXIII estava consciente de que a Igreja necessitava de um novo pentecostes e acrescenta: “Agora, olhando para trás, podemos dizer que o concílio, indicando a sua fé no carisma, fez um gesto profético e preparou os cristãos para acolher a Renovação Carismática que está se espalhando por todos os cinco continentes”.[3]
A Renovação Carismática apareceu na Igreja Católica no momento em que se começava a procurar caminhos para pôr em prática a renovação da Igreja, desejada, ordenada e inaugurada pelo Concílio Vaticano II.
Pentecostes não é da RCC, mas fomos chamados a colocar em destaque esta graça. Quando Deus chama uma expressão, Ele a dota de uma especificidade que precisa ser exercitada para que haja coerência com o querer de Deus. Quando fugimos disso, perdemos a razão de ser como o sal que perde o sabor. Se vivermos fiéis a esta vocação nossa cidadania cristã será completa. Não podemos, pois, fazer de conta que somos carismáticos, e vivermos na alternativa, na superficialidade. No entanto, se formos fiéis a esta vocação aí sim haverá sentido em orarmos em línguas, falarmos em profecia, porque conhecemos e experienciamos aquilo que dá consistência a todas estas coisas.
A experiência do BES dá sentido, dá-nos a razão de ser. É uma experiência fundante. Quando nossos Grupos de Oração saem desta visão, passam a ser um grupo de reza, uma reunião de partilha, e não foi para isso que fomos chamados, embora sejam coisas boas. Para sermos testemunhas eficazes de Jesus nos tempos de hoje, precisamos desta experiência; para aqueles que não a tiveram, a descoberta maravilhosa deste Deus; para os que já a tiveram, uma repleção. Esta experiência não nos dá um poder de glamour, mas um poder espiritual para testemunhar Jesus Cristo, mesmo preso e chagado. Testemunhá-lo com poder é nosso papel. O Espírito que vem em Pentecostes é para todos, sem distinção de pessoas. Não vem só uma vez, mas no próprio Livro dos Atos dos Apóstolos há várias efusões do Espírito. Há pessoas com resistências para com esta experiência, há outros que acham que já a tiveram e na verdade não.
Precisamos interceder para que este Espírito apareça e aja em nós de forma visível. A experiência de Pentecostes não se esgota naquela primeira experiência pessoal. O Senhor quer nos dar mais Espírito Santo. “O mundo precisa de santos e vós sois tanto mais santos quanto mais deixardes que o Espírito Santo vos configure à Pessoa de Jesus Cristo. Eis o segredo da efusão do Espírito, caminho de crescimento proposto por vossos Grupos de Oração e vossas comunidades” (Papa João Paulo II). Para ter mais Jesus Cristo é preciso ter mais Espírito Santo.
Desejamos olhar para a Virgem Maria e aprender dela a docilidade ao Espírito Santo. Sabemos que, na justa medida, nós também queremos fazer com que Jesus nasça no coração das pessoas, pela Evangelização. Para tanto, sabendo que a graça concedida à Renovação Carismática Católica é que sejamos “apóstolos do Batismo no Espírito Santo”, buscamos a fidelidade à recomendação do Papa Francisco, de que levemos adiante este apostolado, para o bem da Igreja.
O Jubileu de Ouro da Renovação Carismática Católica, a ser celebrado em Roma, junto com o Papa Francisco, na Solenidade de Pentecostes deste ano de 2017, tem conduzido nossa reflexão e nossa oração na direção de “Um novo Pentecostes para uma nova Evangelização”. A Virgem Maria, com sua docilidade aos planos de Deus, acolheu o dom do Espírito Santo para a Encarnação do Verbo, esteve de pé aos pés da Cruz, acompanhou a primeira Comunidade Cristã no testemunho de Cristo Ressuscitado e esteve no Cenáculo, orando, preparando e acolhendo o dom do Espírito Santo. Por isso, para preparar a desejada renovação da graça do Pentecostes, a Renovação Carismática Católica do Brasil terá como tema deste ano de 2017 a palavra do Anjo Gabriel dirigida à Nossa Senhora: “O ESPÍRITO SANTO DESCERÁ SOBRE TI” (Lc 1, 35).
Neste ano de 2017 somos chamados, como intercessores, para interceder por toda a humanidade, pedindo a Jesus a graça do Batismo no Espírito Santo para todos.
Deus os abençoe!
Núcleo Nacional do Ministério de Intercessão

INTENÇÕES PARA ESTE MÊS
1.    Pela preparação para o Jubileu de Ouro da RCC e por um Novo Pentecostes mundial.
2.    Para que cesse a violência no Brasil e no mundo.
3.    Pela erradicação dos vírus causadores da Dengue, Zika e Chikungunya .
4.    Pela situação política, econômica e moral em nosso País.
5.    Pelo Encontro Nacional de Formação (ENF) em Aparecida/SP nos dias 25 a 29/01/2017.
6.    Pelos Grupos de Oração na Diocese, no Estado e no Brasil.
7.    Pelos Ministérios da RCC no Grupo de Oração, na Diocese, no Estado e no Brasil.
8.    Pelas necessidades espirituais e financeiras dos escritórios diocesano, estadual e nacional da RCC.
9.    Pelos projetos da RCC na Diocese, no Estado, no Brasil na América Latina e no Mundo.
10.  Pelos eventos de evangelização da RCC no Grupo de Oração, na Diocese, no Estado e no Brasil.
11.  Pela Reunião dos Conselhos Diocesano, Estadual e Nacional neste ano.
12.  Pela missão de GilbertoGomes Barbosa a frente da presidência internacional da Fraternidade Católica - FRATER. (A FRATER é o órgão de serviço criado com a missão de atender as Novas Comunidades Carismáticas Católicas de Vida e Aliança. Fundada pelo Pontifício Conselho para os Leigos em 1990, seu objetivo principal é promover a comunhão, partilha e ajuda mútua entre seus membros).
13.  Pelas coordenações do Grupo de Oração, da RCC na Diocese, no Estado e no Brasil (Coordenadora Nacional: Katia Roldi Zavaris e sua família).
14.  Pela Santa Igreja, pelo Santo Padre, o Papa Francisco, pelo Bispo diocesano, pelos Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas e pelos Seminaristas.
15.  Pelas casas de missão da RCCBRASIL e pelos missionários e missionárias.
16.  Pela construção da Sede Nacional da RCC do Brasil e pelos seus colaboradores.
17.  Para que todos os membros da RCC do Brasil busquem a unidade e se abram para a moção da Reconstrução.

[1] Cf. FORTE, Bruno. A Igreja ícone da Trindade: breve eclesiologia. São Paulo: Loyola, 1987, p.13. (Coleção Vaticano II - Comentários - 3).
[2] SANTANA, Luiz Fernando. O Espírito Santo e a Espiritualidade Cristã. Rio de Janeiro: Edições Bom Pastor, 1999, p. 3-4.
[3] SUENENS, L. J. O cardeal Suenens opina sobre a Renovação Carismática. In. ALDUNATE, C. et al. A experiência de Pentecostes. A Renovação Carismática na Igreja Católica. 5. ed. São Paulo: Edições Loyola, 1986, p. 40.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

A intercessão é uma ação missionária

Rede Nacional de Intercessão: A intercessão é uma ação missionária


Interceder é colocar-se diante de Deus a favor do homem. É ver a necessidade da intervenção de Deus nas mais diversas situações. É captar a mente de Cristo, de modo a ver as circunstâncias como Cristo as vê e unir-se a Ele para que Deus se mova de tal maneira que Sua vontade e propósito divinos sejam cumpridos na vida das pessoas. É colocar-se entre Deus e alguém que carece do favor divino, e clamar por libertação. É se pôr na brecha do muro em prol daqueles pelos quais Cristo derramou o seu preciosíssimo sangue, e clamar para que a graça de Deus os alcancem.

Antigamente, o povo de Israel segurava os braços de Moisés, quando ele já não aguentava mais, porque corriam o risco de perder a batalha se descuidavam deste detalhe. Sabiam que as orações dele eram escutadas, eram agradáveis a Deus. Moisés, essa grande figura de intercessor, esse homem de coração compassivo, que se atreve a pedir a Yavheh que ponha sempre o seu povo a salvo; e que Yavheh escuta sempre, abrindo portas, inclusive as mais inesperadas, até dividir o Mar Vermelho. Nos momentos mais difíceis, mesmo quando o povo, malcriado e rebelde, constrói um ídolo para adorá-lo como um deus, Moisés repreende-os, mas corre a interceder por eles diante de Deus, clamando por misericórdia.
O papel do intercessor na evangelização do seu povo é clamar, suplicar, gemer diante do Bom Deus Pai, para que esse povo não se perca, para que se salve, para que esse coração néscio e duro seja transformado e siga o seu Deus, o Deus verdadeiro; que, entre o tumulto e confusão, o siga apenas a Ele, ao verdadeiro e único Deus.
Muitas coisas que acontecem na terra, por intervenção do céu, são consequências desta ação conjunta e harmoniosa entre Deus e seus intercessores. E quanto maior é esta intimidade, esse exercício de se deixar penetrar pela graça e amor de um Deus, que tem sede de suas criaturas, mais a nossa intercessão se assemelha a de Jesus Cristo, se tornando uma entrega de vida pelos irmãos. A missão do intercessor, que não mudou com o passar dos séculos, continua sempre a de dar-se constantemente em oração para que o povo não se perca. O intercessor deve ser incansável na sua missão até ao fim. Moisés, vendo que o seu povo entra na posse da terra prometida, pode dizer: ”Missão cumprida”.
A intercessão e a evangelização são como uma trança. Caminham unidas, não podem nem devem separar-se uma da outra. Sem intercessão a evangelização não terá força, não terá consistência. Hoje, mais do que nunca, vemos quantas pessoas são experts em técnicas para poder falar, pregar, dissertar, expor um tema, mas se não houver suficiente intercessão faltará nestes serviços a unção. A oração de intercessão impregna tudo o que acontece na evangelização, desde o serviço menor e escondido até ao mais visível, tudo deve ser sustentado pela intercessão. Deste modo, o caminho da intercessão é um serviço muito sério e ordenado, onde todos os intercessores participam como um corpo vivo responsável pela evangelização do povo de Deus.
Deus te abençoe!
Instale em seu smartphone o aplicativo do Ministério de Intercessão:http://app.vc/oracoes_carismaticas ou baixe no Google Play: faça a busca por “Amigos de Deus RCC”
Núcleo Nacional do Ministério de Intercessão

INTENÇÕES PARA ESTE MÊS
1.    Para que cesse a violência no Brasil e no mundo.
2.    Pela erradicação dos vírus causadores da Dengue, Zika e Chikungunya .
3.    Pela situação política, econômica e moral em nosso País.
4.    Pelo Encontro Nacional de Formação (ENF) que acontecerá em Aparecida/SP nos dias 25 a 29 de janeiro de 2017.
5.    Pela Reunião de Oração do Grupo de Oração (pelo pregador, dirigente, músicos e demais servos e pelas pessoas que participam da Reunião de Oração).
6.    Pelos Grupos de Oração na Diocese, no Estado e no Brasil.
7.    Pelos Ministérios da RCC no Grupo de Oração, na Diocese, no Estado e no Brasil.
8.    Pelas necessidades espirituais e financeiras dos escritórios diocesano, estadual e nacional da RCC.
9.    Pelos projetos da RCC na Diocese, no Estado, no Brasil na América Latina e no Mundo.
10.  Pelos eventos de evangelização da RCC no Grupo de Oração, na Diocese, no Estado e no Brasil.
11.  Pela Reunião dos Conselhos Diocesano, Estadual e Nacional neste ano.
12.  Pela missão de GilbertoGomes Barbosa a frente da presidência internacional da Fraternidade Católica - FRATER. (A FRATER é o órgão de serviço criado com a missão de atender as Novas Comunidades Carismáticas Católicas de Vida e Aliança. Fundada pelo Pontifício Conselho para os Leigos em 1990, seu objetivo principal é promover a comunhão, partilha e ajuda mútua entre seus membros).
13.  Pelas coordenações do Grupo de Oração, da RCC na Diocese, no Estado e no Brasil (Coordenadora Nacional: Katia Roldi Zavaris e sua família).
14.  Pela Santa Igreja, pelo Santo Padre, o Papa Francisco, pelo Bispo diocesano, pelos Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas e pelos Seminaristas.
15.  Pelas casas de missão da RCCBRASIL e pelos missionários e missionárias.
16.  Pela construção da Sede Nacional da RCC do Brasil e pelos seus colaboradores.
17.  Para que todos os membros da RCC do Brasil busquem a unidade e se abram para a moção da Reconstrução.